Todo mundo um dia corta os longos cabeos (foto: divulgação)

Nickelback é uma banda previsível, pouco disposta a reinventar o pós-grunge que lhe garantiu o posto de banda recordista em vendas desse milênio. Dito isso, não espere em “Feed the Machine”, novo trabalho de Chad Kroeger e companhia, nada muito diferente do que fizeram nesses 16 anos de estrada: rock mainstream competente com pitadas de metal, intercaladas por baladas que, infelizmente, passam longe dos seus melhores momentos.

Não espere em “Feed the Machine”, novo trabalho de Chad Kroeger e companhia, nada muito diferente do que fizeram nesses 16 anos de estrada

Os dois melhores momentos de “Feed the Machine” são a guitarreira pesada e agressiva de "Coin for the Ferryman" e o metal progressivo de "The Betrayal (Act III)", divertidas e honestas. Destaque que não ofusca o todo: o álbum é, sem dúvidas, o trabalho mais refinado, bem escrito e intenso do Nickelback, desde o single “Silver Side Up”. Para os fãs, indispensável.

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