Isso no calendário juliano, fortemente influenciado/pautado pela vaidade de imperadores romanos que nos impuseram os meses de Julho – Júlio César – e Agosto – Augusto -. Para os chineses, estamos em 4.715; para os judeus, o ano é 5.778.

Ano novo, e recheado de promessas: o Brasil, finalmente, elegerá um presidente. Se as oposições aceitarem o resultado das urnas, a normalidade democrática deve voltar a reinar por aqui. Ano de Copa do Mundo. Chance de renovar o Congresso e de negar votos a quem não tem compromisso com a nação, mas com pautas ligadas a lobbies – a tristemente famosa bancada BBB: bala, boi e bíblia -.

2018 é chance de fazer melhor. Ou repetir erros e lamúrias cometidos nos anos anteriores. Que façamos desse que se inicia um ano melhor que o anterior. Com a esperança – do verbo esperançar, não de esperar – de que um mundo mais justo é possível.

 

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